Presidente do TSE ordenou que a comunidade do WhatsApp volte a funcionar após suspendê-lo no fim de semana

14 out 2026 - 22h33

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- Por: Redação Terra

Ministro do STF Kassio Nunes Marques

Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO/ESTADÃO CONTEÚDO / Estadão

Após mandar suspender o canal de WhatsApp “Exército de Lula” no último fim de semana, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, determinou que a Meta, empresa que gere o aplicativo, restabeleça imediatamente o sinal da comunidade.

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O canal, que tem mais de 4 milhões de participantes, foi criado pelo advogado e deputado federal André Janones (Rede-MG) com o objetivo de espalhar conteúdos pró-Lula e orientações aos eleitores de como compartilhar e ampliar o alcance das publicações do candidato do PT.

Nunes Marques havia suspendido o funcionamento do canal no fim de semana e foi duramente criticado por Lula, que chamou a decisão de “tendenciosa”, enquanto o presidente nacional do PT, Edinho Silva, chamou a ação do ministro de “censura”.

Agora, a Meta foi autorizada a restabelecer o sinal da comunidade e está permitido o ingresso de novos integrantes ao grupo, assim como está permitida que a campanha de Lula faça a supervisão do funcionamento do canal.
Entretanto, a determinação do presidente do TSE afirma que a Meta precisa seguir monitorando as publicações deste e de outros canais de candidatos durante o período eleitoral. Caso sejam identificados conteúdos que sejam equivalentes a outros que já receberam ordem de remoção por parte do TSE também precisam ser retirados pela plataforma.
O retorno do canal no WhatsApp aconteceu após a campanha de Lula atender às condições impostas por Nunes Marques de registrar a comunidade junto ao TSE. O grupo foi suspenso pela segunda vez até que a regra do ministro fosse atendida.
A primeira remoção aconteceu após um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que havia alegado que a comunidade distribuía informações falsas contra ele.
Fonte: Portal Terra
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